Henry Sobel

  • Nascimento: 09/01/1944
  • Local: Lisboa, Portugal
  • Idade: 82 anos
  • Filmes: 4

Sobel foi um defensor dos direitos humanos no Brasil durante a ditadura militar. Em 1975, na fase mais repressiva do regime, Sobel recusou-se a enterrar o jornalista Vladimir Herzog na ala dos suicidas do cemitério israelita, por rejeitar a versão oficial acerca das circunstâncias da morte. De fato, Herzog havia sido torturado até a morte no DOI-CODI, nas dependências do quartel-general do II Exército.[4][5]

Enquanto liderou a CIP, Sobel foi um notável porta-voz da comunidade judaica no Brasil e estabeleceu uma ponte entre as religiões cristãs e o judaísmo ao participar de inúmeros cultos e eventos ecumênicos. Sua atuação o levou a ser considerado uma das maiores lideranças religiosas do país.

Apesar de ter morado no Brasil por mais de três décadas, Sobel preservava um característico sotaque norte-americano, sendo por esse motivo objeto de paródias de humoristas.[6]

Em 25 de outubro de 2010 foi agraciado com a Ordem do Ipiranga, grau Grande Oficial, pelo Governo do Estado de São Paulo. Em 15 de maio de 2014 foi promovido ao grau de grã-cruz da mesma ordem.[7][8]

Conhecido(a) por:

A História do Homem Henry Sobel

10.0

Vlado: Trinta Anos Depois

6.5

Meu Amigo Hindu

Rabbi 4.0

A Vida de Vlado - 50 Anos do Caso Herzog

Self (archive footage) 0.0

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